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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Vamos conversar sobre autossabotagem?

Texto publicado na página Godoy Studio Hair - https://www.facebook.com/godoystudiohair


Olá leitores

Como estão?

O tema deste mês foi me solicitado porque é algo que, muitas pessoas, se percebem fazendo não compreendem o porquê: vamos conversar sobre autossabotagem.

A primeira ideia que as pessoas tem é que se trata de uma condição autodestrutiva e/ou também como sendo um processo de punição, ambas imperceptíveis.

Essas definições não estão completamente equivocadas pois, cada indivíduo, em seu processo de evolução, desenvolverá maneiras de lidar com suas mazelas pessoais. Sempre procuramos a melhor maneira de nos proteger e defender do que nos aflige, quer dizer, cada um elabora a mais adequada forma de lidar com seu sofrimento.

A autossabotagem ocorre, geralmente, quando desconhecemos nossa competência e, consequentemente, agimos de maneira a prejudicar nossas realizações e satisfações, mesmo sem notar, ou seja, à medida que os conflitos surgem em nossa vida gradualmente diminuímos nossa eficiência na resolução destes o que minimiza nossa autopercepção. Ignorância pessoal é sinônimo de incapacidade de melhoramento. Sentimentos como insegurança, ansiedade e medo são preponderantes nessa condição. A dificuldade na compreensão de quem verdadeiramente somos nos atrapalha profundamente.

A leitura de como somos afetados por aquilo que se sucede em nossa vida nem sempre é conhecido em sua totalidade, o que compromete a nossa compreensão de nossos sentimentos e emoções. Autoestima equilibrada e querer-se bem são as chaves para escapar dessa circunstância.

É vital para nossa saudável expansão que saibamos as habilidades pessoais que temos a nosso dispor pois, é através daquilo que vivemos e nos conscientizamos, que nos tornamos aptos a enfrentar as adversidades e promovem o autoconhecimento.


Abraços,
Rose


Revisão: Regiane da Silva Santos
Blog: http://traduzosuaideia.blogspot.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2012

Entrevista Concedida - Falta de confiança em si mesmo altera autoestima

Não dependa da opinião dos outros

Por Tany Souza - Site Arca Universal
No trabalho, na escola, na roda de amigos, na igreja, estamos sempre interagindo com outras pessoas, ouvindo opiniões diferentes, tendo respostas inesperadas e até mesmo atitudes que magoam. Isso é normal. Mas quando os acontecimentos ao redor influenciam na autoestima é preciso tomar cuidado.
Segundo a psicóloga Roseleide da Silva Santos, a autoestima é um ato de valorização pessoal e se alterna entre alta, baixa e equilibrada. “Ao se relacionar com outras pessoas, a autoestima é afetada, direta ou indiretamente, para baixo ou para o alto. Mas, quando se tem confiança em si mesmo, não há uma alteração profunda e significativa.”


A confiança em si e a autovalorização são fatores fundamentais para se manter uma boa autoestima. “Quanto mais consciência eu tenho de mim, mais controle tenho sobre se as relações interpessoais vão me afetar mais ou menos. A dependência da opinião do outro é extremamente prejudicial”, explica Roseleide.

Vincular a autoestima com a opinião do outro faz com ela se torne baixa. “Quando a pessoa não tem a compreensão de quem é, depende do outro dizer, literalmente ela não se conhece, e essa falta de conhecimento de si a leva a não ter amor próprio, gerando sua desvalorização”, diz.

No dia a dia

Para manter a autoestima equilibrada é preciso se conhecer. “Quando eu consigo falar dos meus defeitos, não vou me sentir mal quando o outro apontar isso em mim. Uma boa autoestima é quando se sabe quem é, se aceita e se valoriza”, ressalta Roseleide.
 
 
A autoestima pode influenciar em minha vida? “Se tiver baixa autoestima, vai influenciar sim na relação com as pessoas ao redor. Ninguém consegue conviver com alguém que precisa sempre da opinião do outro. Se o problema não for tratado, pode gerar depressão.”