Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Minha proposta, neste mês, é dialogar sobre os efeitos do meio (social, político, familiar, profissional) tem sobre nossa saúde mental e, para ajudar nessa explanação, utilizarei um evento que acontecerá em nosso país: os Jogos Olímpicos

Texto publicado na página Godoy Studio Hair - https://www.facebook.com/godoystudiohair


Olá leitores

Espero que todos estejam bem.

Minha proposta, neste mês, é dialogar sobre os efeitos do meio (social, político, familiar, profissional) tem sobre nossa saúde mental e, para ajudar nessa explanação, utilizarei um evento que acontecerá em nosso país: os Jogos Olímpicos.

Quando o Brasil e, especificamente, a cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como sede dos jogos em 2016, houve uma grande comoção nacional porque, naquele momento, nos sentimos orgulhos e felizes em receber tamanha responsabilidade, mas também por recepcionar o mundo em nosso país. Mas vejo que está alegria se perdeu! Em nossas discussões diárias não tem havido espaço para tal assunto, infelizmente.

Porque?

Atualmente nossas preocupações estão voltadas à nossa vida política e econômica e, sendo muito prática, com a dificuldade de honrar nossos compromissos financeiros, o que tem nos afetado tão fortemente que os episódios de estresse tem se intensificado e agravado. A intolerância tem alcançado índices cada vez mais assustadores e tem nos revelado uma face perigosa de nossa comunidade.

E qual a relação destes dois fatos?

O ser humano é ser relacional; está em constante e contínuo contato com o que vive, sente e o cerca, portanto, somos afetados pelo o que nos acontece, neste caso, no nosso meio social, político e econômico. É ilusório pensar que estamos imunes e que conseguimos nos manter isolados do que nos circunda. Aquela sensação contentamento pelas Olimpíadas foi tomada pela tensão em que nos encontramos pois urge em nós a necessidade de sobrevivência e não “o espirito olímpico”.

É muito importante que tenhamos a noção de como somos afetados por aquilo que acontece fora de nós, isto é, nem sempre reconhecemos que muitos de nossos maus estares devem-se à qualidade do meio que participamos.

E como devemos nos cuidar nesse aspecto?

Sempre dando atenção a como nos sentimos a partir do que nos rodeia, de como experimentamos e vivenciamos nosso mundo exterior. Tal relevância deve-se ao fato de que toda e qualquer alteração que precisamos realizar será o resultado da dinâmica meio e individuo, portanto, sem esse significado perdemos a compreensão do que, verdadeiramente, carecemos realizar.

Desse modo, para que tenhamos uma melhor qualidade de vida, política e econômica devemos nos tornar rigorosos vigilantes e fiscais do que acontece em nossa sociedade para que os efeitos dessa situação sejam menos danosos e prejudiciais à nossa saúde mental.

Concluindo: precisamos nos transformar em legítimos cidadãos capazes de reivindicar seus direitos para que isso se converta num ambiente agradável a todos. Nossa saúde agradece!

Até o próximo mês.

Abraços,
Rose


Revisão: Regiane da Silva Santos
Blog: http://traduzosuaideia.blogspot.com.br

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

E, para você, como o ano de 2015 será lembrado?

Texto publicado na página Godoy Studio Hair - https://www.facebook.com/godoystudiohair


Olá leitores.

Estamos concluindo o ano de 2015 e, como nos é de costume, temos o hábito de refletir, ponderar sobre tudo o que aconteceu no ano e o que pretendemos para o próximo.

Vivemos um ano repleto de acontecimentos sociais, políticos, econômicos, enfim, foram diversos eventos que influenciaram nossa maneira de nos comportar. Como exemplo, podemos citar os ataques terroristas, o deslocamento de refugiados, a crise econômica mundial e, particularmente em nosso país, a corrupção, crise politica e econômica, a instabilidade social e o desemprego. Como estes fatos nos atingem? Como fica a nossa perspectiva de um novo ano a partir dessas realidades? Será que podemos criar boas expectativas? Muitos responderão que não!

A situação que nos encontramos, de fato, é bastante preocupante, mas acredito sempre na capacidade humana de superação e isso acontecerá quando formos capazes de reconhecermos nosso valor e competências, pois assim teremos a possibilidade de vivermos vários anos promissores.

E para você, como o seu ano de 2015 será lembrado?

Procuremos um ano sim melhor, mas com perspectivas possíveis e não aquelas que, inevitavelmente, não acontecerão.

Quero dividir com vocês um belíssimo poema da escritora Clarice Lispector com o desejo de que façamos de nosso próximo ano uma boa caminhada.

Sonhe

Sonhe com aquilo que você quiser.

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância
das pessoas que passam por suas vidas.

Clarice Lispector

Excepcionalmente não publicarei a coluna no mês de janeiro porque estarei de férias.
Voltaremos a nos encontrar em fevereiro.

Boas festas!

Abraços,

Rose

sexta-feira, 13 de março de 2015

Como vocês se sentem sabendo que trabalham, honestamente, o dia inteiro e chegam em casa, para seu merecido descanso, e vêem noticias de que nossos políticos e empresários estão envolvidos em escandalosos episódios de corrupção?

Texto publicado na página Godoy Studio Hair - https://www.facebook.com/godoystudiohair

Olá? Como estão? Espero que bem.

Neste mês quero falar com vocês sobre um assunto que vem nos atingindo todos os dias: a crise política e econômica que nosso país está enfrentando.

Vocês devem estar acompanhando o noticiário que nos informa, dia a dia, os desdobramentos das investigações dos desvios na Petrobrás, os indiciamentos de políticos e empresários, como vem sendo descobertos casos e mais casos de corrupção, o índice inflacionário cada vez mais alto, o desemprego e o aumento dos impostos.

Vocês devem estar perguntando o porquê uma coluna que trata temas emocionais estaria falando sobre politica e economia. Respondo que este assunto faz parte de nossa vida cotidiana e nos afeta a todo o momento. Como?

Como vocês se sentem sabendo que trabalham, honestamente, o dia inteiro e chegam em casa, para seu merecido descanso, e vêem noticias de que nossos políticos e empresários estão envolvidos em escandalosos episódios de corrupção? Como se sentem quando vem nossa carga tributária cada vez mais alta e este dinheiro sendo desviado? Quando necessitam de um serviço público e se deparam com a lentidão ou precisam recorrer a “caixinhas” para terem seus direitos assegurados?

Acredito que a resposta a isto seja que se sintam revoltados, injustiçados, perplexos, incomodados e tantos outros sentimentos de indignação.

Somos seres relacionais e tudo o que nos circunda produz algum impacto sobre nós, o que quer dizer que devemos sempre estar atentos a como recebemos o que está sendo vivido. Esta sensação de insegurança desperta a nossa insegurança pessoal.

E como isto afeta nossa vida emocional? Quando nos deparamos com tamanhas injustiças e nos vemos, aparentemente, impotentes diante de tantas barbaridades, o reflexo disto, para muitos, é o abatimento, tristeza profunda e podemos desenvolver até um quadro depressivo. O sofrimento gerado por esta situação, para muitos, nem é considerado, pois não aprendemos, em nossa educação formal, a reconhecer a importância que nossos sentimentos tem em nossa vida e, portanto, desprezamos os efeitos que isto representa em nossa  história. Podemos citar como exemplos destes efeitos os prejuízos que podem aparecer no baixo rendimento profissional, irritabilidade, insônia, dificuldades alimentares, dentre outros.

E como enfrentamos? Em primeiro lugar, não podemos ignorar o que sentimentos sobre isso, ou seja, sempre que assistirmos ao noticiário prestemos atenção em como isto repercute dentro de nós. Conversar com amigos, demostrar nossa revolta nas redes sociais, propagar nossa indignação; tudo o que diz respeito a manifestar o que sentimos sempre será bem vindo.
E ao transformarmos nossa indignação em atos concretos, seja nas manifestações públicas, conhecendo a vida pregressa dos nossos candidatos em toda eleição, acompanhando as notícias e mantendo-se atendo ao que está acontecendo para não se deixar ludibriar, podemos nos tornar responsáveis pelas soluções e buscar o que deve e pode ser feito em favor da melhoria deste contexto.

Até o próximo mês!

Rose