segunda-feira, 19 de março de 2018
Palestra na Paróquia Nossa Senhora da Esperança
Palestra dirigida ao pais dos adolescentes da Paróquia Nossa Senhora da Esperança.
Nesse encontro discutimos as dificuldades dos pais em dialogar com seus filhos que se encontram nessa fase da vida e também foi um momento de muitas trocas, conhecimentos e aprendizagem.
Sinto-me grata e honrada pelo convite e de colaborar.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Boas Festas
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próspero ano novo
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Quando o assunto é saúde psíquica e mental, sabemos identificar e como se tratar?
Texto publicado na página Godoy Studio Hair - www.facebook.com/godoystudiohair
Olá leitores
Espero
que estejam bem.
É com muita satisfação e alegria que
abro essa coluna com a notícia de que, neste mês, completamos 03 anos de
encontros mensais! Aqui conversamos sobre diversos conteúdos que fazem parte de
nosso cotidiano e que, nem sempre, há espaço para o diálogo e entendimento.
Agradeço a companhia e todos os carinhosos comentários que recebo em todas as
edições.
Esse
espaço nasceu da necessidade de informação e conhecimento sobre os temas
relacionados à vida emocional e, sendo assim, o assunto deste mês é justamente
o preconceito no que se refere à saúde psíquica e mental. Atualmente fala-se
muito sobre depressão, ansiedade, TOC, fobias e esquizofrenia mas, realmente,
sabemos do que e como se trata?
Porque
há um estigma quanto à procura por um psiquiatra e por tratamento psicológico?
Porque não procuramos nos instruir? Porque permanecemos ignorantes a um tema
que atinge a todos, independentemente, de classe social, cultural, econômica?
Aprendemos
a entender como doenças somente as manifestações físicas, isto é, aquelas que
são concretas, por exemplo, tenho uma dor no estômago e agendo uma consulta com
um gastroenterologista. E as moléstias são apenas no corpo? E, quando não conseguimos identificar do que
e pelo que sofremos, acarretamos dores ainda maiores.
Historicamente,
somos uma sociedade que condena seus membros, e que rotula como “loucos ou
malucos” aqueles que sofrem de alguma enfermidade psíquica e mental, ao
isolamento e exclusão e que não procura compreender e apreender os meios para
que estes sejam devidamente cuidados e assistidos. E, agindo assim, acabamos
por padecer de suas consequências. Isso é visível nos recentes e abundantes
episódios envolvendo os males dessa natureza.
É
indispensável que saibamos que não importa a origem do nosso mal-estar
(orgânico, psíquico ou mental) mas sim o que precisa prevalecer: nosso
equilíbrio. E que não é vergonhoso, humilhante ou indício de fraqueza recorrer
a esse tipo de auxílio ou ajuda, pelo contrário, lutar e buscar seu conforto é
o maior presente que você possa se dar.
Até
o próximo mês.
Abraços,
Rose
Revisão:
Regiane da Silva Santos
Blog: http://traduzosuaideia.blogspot.com.br
terça-feira, 24 de outubro de 2017
É possível manter uma vida sexual ativa durante o tratamento de câncer?
Texto publicado na página Godoy Studio Hair - www.facebook.com/godoystudiohair
Olá
leitores
Como
vocês estão?
Neste
mês abordaremos um tema que é pouco discutido em nosso cotidiano mas que atinge
muitas pessoas e, aproveitando a campanha Outubro Rosa, vamos conversar sobre
manter a vida sexual ativa durante o tratamento de câncer, especificamente, no
caso de câncer de mama.
Em
nossa cultura o câncer ainda é considerado uma doença letal e há muitos mitos
que precisam ser refeitos. E outro tópico tabu é o sexo. Então podemos imaginar
que a junção desses dois pontos gerem muitas controvérsias e preconceitos.
O
assunto necessita ser tratado sob duas óticas: da paciente e da pessoa com a
qual ela se relaciona sexualmente.
Para
as mulheres a expressão de sua feminilidade é através de sua mama e, sendo
assim, como elas devem se sentir quando adoecem? Elas são afetadas em sua
autoestima, autoimagem, amor próprio e tudo que diz respeito a como elas se
veem e, principalmente, como se sentem enquanto mulheres. E como será sua vida
sexual nesse período? Inexistente! Como se sentirão atraentes e sedutoras ao
longo da terapia? Isso é possível? Sim, a sensualidade não se restringe à mama
e pode-se criar novas maneiras de ser encantadora. E é, neste instante, que a
companhia se faz importante para a sua realização.
Por
outro lado, a pessoa com quem essa paciente estabelece a atividade sexual vê-se
numa posição muito delicada porque se demonstra que quer fazer sexo sua atitude
por ser vista como desrespeitosa pela paciente e, caso contrário, como
desinteresse.
E
como resolver tal impasse?
Obtendo
informações e orientações com a equipe médica e por meio do diálogo franco
sobre a condição vivida pelas duas pessoas e de que forma ambos encontrarão um
denominador comum e satisfatório. Esse contexto pode ser favorável a descobrir
e abrir possibilidades e recursos criativos para que a prática sexual não seja
banida.
Sexo
é saúde e conciliar sua prática nesse momento é uma prazerosa forma de ajudar
no processo de recuperação.
Até
o próximo mês.
Abraços,
Rose
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