segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Boas Festas!!!
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
E, para você, como o ano de 2015 será lembrado?
Texto publicado na página Godoy Studio Hair - https://www.facebook.com/godoystudiohair
Olá leitores.
Estamos
concluindo o ano de 2015 e, como nos é de costume, temos o hábito de refletir,
ponderar sobre tudo o que aconteceu no ano e o que pretendemos para o próximo.
Vivemos
um ano repleto de acontecimentos sociais, políticos, econômicos, enfim, foram
diversos eventos que influenciaram nossa maneira de nos comportar. Como exemplo,
podemos citar os ataques terroristas, o deslocamento de refugiados, a crise
econômica mundial e, particularmente em nosso país, a corrupção, crise politica
e econômica, a instabilidade social e o desemprego. Como estes fatos nos
atingem? Como fica a nossa perspectiva de um novo ano a partir dessas
realidades? Será que podemos criar boas expectativas? Muitos responderão que
não!
A
situação que nos encontramos, de fato, é bastante preocupante, mas acredito
sempre na capacidade humana de superação e isso acontecerá quando formos
capazes de reconhecermos nosso valor e competências, pois assim teremos a
possibilidade de vivermos vários anos promissores.
E
para você, como o seu ano de 2015 será lembrado?
Procuremos
um ano sim melhor, mas com perspectivas possíveis e não aquelas que,
inevitavelmente, não acontecerão.
Quero
dividir com vocês um belíssimo poema da escritora Clarice Lispector com o
desejo de que façamos de nosso próximo ano uma boa caminhada.
Sonhe
Sonhe
com aquilo que você quiser.
Seja
o que você quer ser,
porque
você possui apenas uma vida
e
nela só se tem uma chance
de
fazer aquilo que quer.
Tenha
felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades
para fazê-la forte.
Tristeza
para fazê-la humana.
E
esperança suficiente para fazê-la feliz.
As
pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas
sabem fazer o melhor das oportunidades
que
aparecem em seus caminhos.
A
felicidade aparece para aqueles que choram.
Para
aqueles que se machucam.
Para
aqueles que buscam e tentam sempre.
E
para aqueles que reconhecem a importância
das
pessoas que passam por suas vidas.
Clarice Lispector
Excepcionalmente
não publicarei a coluna no mês de janeiro porque estarei de férias.
Voltaremos
a nos encontrar em fevereiro.
Boas
festas!
Abraços,
Rose
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terça-feira, 24 de novembro de 2015
Edição comemorativa da coluna "Gente"
Texto publicado na página Godoy Studio Hair - https://www.facebook.com/godoystudiohair
A Coluna ''GENTE'' completa um ano, onde diversos temas
foram abordados! A Psicóloga Roseleide agradece de forma pessoal o projeto que
hoje ganhou admiradores que acompanham mês a mês a coluna, contribuindo com
opiniões, histórias e depoimentos e nós adoramos essa interação.
Em 2016, muito ainda esta por vir... \o/
Fica o nosso muito obrigado a Clínica Viver com Qualidade,
em especial a Psicóloga Roseleide por acreditar e tornar este projeto possível
e pensado com muito carinho e dedicação, obrigado, obrigado!!
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Quando nos referimos à depressão, o primeiro sentimento que nos lembramos é a tristeza. Esse sentimento é parte integrante de todo ser humano e, portanto, não deve ser ignorado ou negligenciado como estamos habituados a fazer
Texto publicado na página Godoy Studio Hair - https://www.facebook.com/godoystudiohair
Neste
mês vamos conversar sobre um tema delicado que aflige um número cada vez maior
de pessoas e que é, infelizmente, motivo de muito preconceito e que é
considerado “o mal do século”: a depressão.
Vocês,
provavelmente, já tiveram contato com pessoas que possuem esse diagnóstico,
outras que se sentem “depressivas” e aquelas que, quando não estão num bom
momento, sentem-se na “deprê”.
Quando
nos referimos à depressão, o primeiro sentimento que nos lembramos é a
tristeza. Esse sentimento é parte integrante de todo ser humano e, portanto,
não deve ser ignorado ou negligenciado como estamos habituados a fazer; em
nossa cultura todo e qualquer sentimento considerado “ruim” deve ser eliminado,
pois somente somos autorizados a viver “os bons sentimentos”. Por que será que
isto ocorre? Será que somos educados a compreender que este sentimento nos
auxilia a entender o que acontece conosco? Recentemente foi lançado um filme “Divertidamente”
que, de forma lúdica, nos ensina a importância de nossos sentimentos;
recomendo.
Como
reagimos às nossas tristezas? Enfrentando ou fugindo? E que consequências temos
diante da omissão aos nossos sentimentos? A forma saudável de superar nossas
dificuldades é, antes de tudo, ter conhecimento de como somos afetados pelos
acontecimentos da nossa vida e buscar lidar com eles. Quando isso não acontece
podemos desenvolver um quadro de desequilíbrio emocional que pode acarretar
numa situação “depressiva”. Vamos esclarecer do que estamos falando.
O
episódio depressivo se caracteriza por um período em nossa vida em que nos
encontramos tristes diante de uma perda que nos é significativa e precisamos de
um tempo (que não é cronológico e cada um tem o seu) para elaborarmos essa
situação. Isto é uma condição que todos nós, em algum momento de nossa vida, vamos
enfrentar. Nessa fase necessitamos nos dar o direito de viver nosso luto e, a
partir, deste cuidado, nos tornamos capazes de remover o sofrimento e conviver
com nossa dor desta falta.
A
depressão é considerada uma doença, uma vez que dificulta ou incapacita a
pessoa a realizar suas atividades rotineiras, pois esta se sente
desesperançosa, desmotivada, desanimada, abatida, melancólica, irritadiça, há
perda de prazer em realizar qualquer atividade, alterações no sono, perda ou
ganho de peso, ideações suicidas, enfim, a vida não tem nenhum propósito ou razão.
Geralmente as pessoas se dizem “com um vazio”, “dor na alma”, “a vida não tem
nenhum sentido”, queixam-se constantemente porque “nada dá certo”, sentem “uma
tristeza que não passa” ou uma “dor no coração”. É de suma importância que a
pessoa acometida e/ou seus familiares percebam a gravidade da situação, o que
normalmente não acontece, porque acreditam que essa situação é passageira ou
porque não quer ser reconhecida como “doente”, e, desta forma, tarda a procura
por ajuda o que piora seu quadro.
É
somente através de uma avaliação de um psicólogo ou psiquiatra que podemos
averiguar o que está efetivamente ocorrendo e propor o tratamento adequado.
Os
tratamentos recomendados são o psicológico e psiquiátrico, sendo que o primeiro
auxilia e favorece o entendimento da razão que a faz sentir-se assim e o
segundo a cuidar dos sintomas.
Esteja
atento e, se necessário, procure ajuda em nome de sua saúde.
Até
o próximo mês!
Abraços,
Rose
Revisão:
Regiane da Silva Santos
Blog: http://traduzosuaideia.blogspot.com.br
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